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The Prince Girl and Her

Summary:

E se… Quando o pod de Kara chega à Terra, ela é adotada por alguém que realmente compreende o que é ter poderes? Melhor do que isso, como seria poder ter tempo e espaço para se adaptar a esse novo lar e novas habilidades em meio a uma comunidade de mulheres que a cuidariam e treinariam como se fosse uma delas?
Dizem que é necessário uma aldeia para criar uma criança… Para criar uma alienígena pré adolescente parece fundamental.

Notes:

*Notinhas do Ale*
Começamos essa fic pensando naqueles famosos “E SE…”
Pois bem, apertem os cintos e só vambora.
Emys, obrigado pelo convite de fazer isso contigo…

*Notinhas da Bia*
Acho que esse foi um dos melhores surtos de todos, sinceramente, essa ideia da Emy simplesmente alugou um triplex na minha cabeça
Eu sei que tenho estado muito ausente e peço desculpas por isso, espero que gostem dessa mais louca loucura…

*Notinhas da Emys*
Eis que um belo dia eu tava passando timeline do twitter e me deparei com essa imagem, que veio a ser a capa dessafic. Imediatamente a minha cabeça criou um universo em que a Diana adota a KAra quando ela chega na Terra e leva pra ser criada com as Amazonas. O resto é história kkk Espero que gostem
Boa leitura

PS.: Essa é uma shortfic, eu acho, vamos ver...

(See the end of the work for more notes.)

Chapter 1: Prólogo: Quando uma kryptoniana chega a Terra

Chapter Text

 

Washington DC - 2003

 

— Então, o que era aquele OVNI que aterrissou no norte do país? — Bruce perguntou quando Kal entrou apressado pela sacada da base da Liga da Justiça.

— Você não vai acreditar, mas era um pod kryptoniano, igual ao meu — Superman responde ainda sem fôlego enquanto observa Diana se aproximar. Ele continua, sabendo que não conseguiria sair dali sem dar mais explicações — Tinha uma garota nele, de mais ou menos doze anos. Ela fala kryptoniana e parece ser da Casa de El. Eu a nível para Fortaleza por enquanto…

— Você deixou uma pré-adolescente confiante e confiante na sua Fortaleza? — A Mulher Maravilha o interrompido, preocupado. A testa franzida deixando isso claro.

— Não, não, Lois está com ela. E provavelmente aquilo tudo é mais familiar pra ela do que pra mim. Logo que entramos Kelex a acordos e eles estão conversando desde então.

— Entendi… E então, o que você está pensando em fazer com essa menina? — Diana continua pensativa e preocupada com a situação.

— Eu não sei direito, ainda preciso conversar melhor com ela, entender como ela chegou aqui. Mas Lois sugeriu que a gente encontrou uma família humana que a adotou, você sabe, pra que ela tivesse a possibilidade de uma vida normal — Embora Clark estivesse tentando disfarçar, também estava preocupado e isso estava aos poucos transparecendo.

Claramente Diana precisou se conter nesse momento. Não gostei de como a situação estava sendo gerenciada, mas não era exatamente sua decisão. A ela só cabia oferecer sua opinião não solicitada.

— Kal… Uma família humana? — A mulher tentou começar a abordagem com cuidado — Essa menina provavelmente tem as mesmas habilidades que você, certo? — O homem apenas assentiu, ainda sem entender onde a amiga queria — Você acha que uma família humana vai ter condições de ajuda-la a se adaptar em um mundo completamente novo em que ela tem poderes desconhecidos?

— Bem, eu não pensei em nada melhor… — O Super começou a responder ainda incerto — Quero dizer… Eu não gostaria que ela crescesse envolvida nesse mundo de heróis, correndo perigo sem saber usar seus poderes…

— Entendendo… — Diana se seguiu alguns passos e caminhadas pensativas pela sala de controle, considerando as opções enquanto os dois homens a observam curiosos — Há um lugar em que ela poderia ficar segura… — Ela olha de volta para os amigos.

— Você está afirmando… — Clark começa a entender o que Diana está querendo dizer.

— Sim, Themyscira.

- Oh! — Tanto Clark quanto Bruce estão igualmente surpresos — Você tem certeza? — É o kryptoniano que expõe uma dúvida.

— Eu acho que pode ser uma boa ideia… Ela não precisa virar uma heroína, se não quiser, mas as Amazonas são peritas em treinamento. Ela com certeza vai aprender a se defender, vai desenvolver suas habilidades e vai ter uma irmandade inteira para cuidar dela. Mas não se preocupe, eu me responsabilizo por ela pessoalmente… — A heroína explicada.

— Deixe eu ver se entendi — Bruce interrompeu, já que o Superman parecia estar sem palavras — Você tá se oferecendo pra adotar uma garota kryptoniana e levar pra sua Ilha, para ser criada pelo Amazonas?

— Bem, seria criada por mim, é claro. Não vou assumir um compromisso com Kal para deixá-la sozinha com estranhas. Mas sim, seria basicamente isso.

Tanto Bruce quanto Diana estavam esperando uma resposta de Clark, mas ele não estava esperando esse final. Na verdade, não estava esperando por nada do que aconteceu naquele dia desde que saiu de casa, mas aqui estava ele com outra vida kryptoniana nas mãos para tomar decisões.

— Não vou negar, parece uma boa ideia… Mas preciso dizer, ela parece ter um gênio forte. Acho que precisamos ver ela concorda.

— Então que tal me levar com você até Fortaleza e conversarmos com ela? Podemos decidir isso juntos.

— Ok — Clark respondeu, simplesmente, já saindo pela mesma varanda por onde entrou, dessa vez acompanhado por Diana.

— Me mantenha informado — Bruce se despediu dos dois.

 

Bastou um breve passeio por Themyscira para convencer Kara a ficar.